Fundo é floresta, não papel A página parte do verde-Atlântico profundo — nunca creme, nunca branco. A cor é o terreno, não o vazio.
A curva de Burle Marx guia o olho Formas biomórficas e sinuosas substituem a grade rígida — o leitor segue o traço, não o canto reto.
Ouro e coleus pontuam o massiço Sobre campos de verde-em-verde, um dourado e um rosa-coleus marcam o ritmo — três acentos por página, no máximo.
A serifa alta-contraste fala em voz baixa Títulos condensados de fashion-magazine carregam a hierarquia; nada de slab pesado nem caixa-alta gritada.